Escrevo ao som de Fredrika Stahl, uma jovem cantora de jazz. Que surpresa agradável ter descoberto suas canções. Escutar o trabalho desta sueca foi recomendação de uma grande amiga, a mesma que me faz gostar e conhecer melhor, cada dia mais, músicas eruditas e deliciosos ritmos do bom e velho jazz.
Entre uma música e outra, fico aqui pensando: quanta sorte ter uma amiga como esta. Sempre gostei muito de música, mas admito que Debussy e Villa Lobos não tocavam no meu iTunes antes da Isa (a querida e cultíssima amiga) aparecer em minha vida.
Se você diz que curte Norah Jones, a Isa, provavelmente, começará lhe indicando o som de cantoras como Madeleine Peyroux e Billie Holiday. E daí para frente você começa a se apaixonar. Caso você pegue o mp3 player dela emprestado algum dia, vai encontrar desde pastas recheadas do jazz de Miles Davis, o violão clássico de Julian Bream, até as grandiosas orquestras de Wagner. Não deu outra: de pouco em pouco, fui deixando-me cativar por estes novos – já velhos – ritmos. Graças a Isa.
E assim pretendo continuar minha calma e chuvosa noite de terça feira: acompanhada pela voz suave das minhas mais novas amigas do jazz. Em homenagem a querida Isa, deixo aqui a música Dance me to te end of love, da georgiana Madeleine Peyroux:

SUA LINDA ETERNA!!!!! *-* AMEI TUDO!!!!!!!!!!
Seu blog é ótimo. O encontrei ontem, enquanto fazia uma pesquisa sobre o livro “A regra do jogo” do Abramo, mas acabei me interessando mais pelos outros posts. Parabéns.
Que delícia de post, amiga!
Caramba! E pensar que tudo isso vem de você… Tão pouca idade, tanta bagagem e palavras para encher o mundo todo! Que delícia! Aliás, como alguém disse ali em cima “que delícia de post” – e eu vou mais longe, que delícia de blog!
Li algumas coisas, mas já vi que tenho muito mais para me deliciar…
Parabéns! =*
Adoro a Madeleine , tenho discos dela…mas gostei muito da tua prosa Silva, algo bom de lermos ao som de canções suaves