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Escrevo ao som de Fredrika Stahl, uma jovem cantora de jazz. Que surpresa agradável ter descoberto suas canções. Escutar o trabalho desta sueca foi recomendação de uma grande amiga, a mesma que me faz gostar e conhecer melhor, cada dia mais, músicas eruditas e deliciosos ritmos do bom e velho jazz.

Entre uma música e outra, fico aqui pensando: quanta sorte ter uma amiga como esta. Sempre gostei muito de música, mas admito que Debussy e Villa Lobos não tocavam no meu iTunes antes da Isa (a querida e cultíssima amiga) aparecer em minha vida.

Se você diz que curte Norah Jones, a Isa, provavelmente, começará lhe indicando o som de cantoras como Madeleine Peyroux e Billie Holiday. E daí para frente você começa a se apaixonar. Caso você pegue o mp3 player dela emprestado algum dia, vai encontrar desde pastas recheadas do jazz de Miles Davis, o violão clássico de Julian Bream, até as grandiosas orquestras de Wagner. Não deu outra: de pouco em pouco, fui deixando-me cativar por estes novos – já velhos – ritmos. Graças a Isa.

E assim pretendo continuar minha calma e chuvosa noite de terça feira: acompanhada pela voz suave das minhas mais novas amigas do jazz. Em homenagem a querida Isa, deixo aqui a música Dance me to te end of love, da georgiana Madeleine Peyroux:

Durante 12 dias a capital brasileira foi palco para o Festival Internacional de Cinema de Brasília. O evento, que reuniu filmes internacionais e nacionais inéditos na cidade, criou oportunidade para muitas pessoas assistirem a produções que dificilmente entrarão no circuito comercial do DF

Hall de entrada do cinema da Academia de Tênis José Farani - Foto: Luana Brant

O Festival Internacional de Cinema de Brasília acontece anualmente na capital desde 1999. Sempre oferecendo ao público brasiliense um diversificado repertório de filmes produzidos em diversas partes do mundo, tornou-se referência nacional para os cinéfilos. “O festival seleciona da lista de filmes dos grandes festivais, como o de Cannes e Berlim, os melhores e os convida formalmente para fazerem parte da nossa seleção”, explica o coordenador de filmes do festival, Ruan Canniza. Só este ano, 86 filmes, estrangeiros e nacionais, entraram na programação. Nas mostras competitivas, alguns prêmios foram entregues, entre eles: “Prêmio Buriti – Melhor Filme”, “Prêmio Especial do Juri” e “Prêmio TV Brasil” – neste último, Insolação de Felipe Hirsch e Daniela Thomas, filmado em Brasília, foi premiado como melhor filme. A programação deste ano pôde ser conferida nas salas do Centro Cultural Banco do Brasil e da Academia de Tênis José Farani – onde também aconteceu a abertura do evento, no dia 4 de novembro, com um coquetel para cerca de duas mil pessoas.

Cena de A Fita Branca, filme de abertura da XI edição do FIC Brasília

Para a abertura do festival deste ano, o filme escolhido foi A Fita Branca, do cultuado diretor austríaco Michael Haneke. Rodado todo em preto e branco, o longa narra estranhos acontecimentos em uma pequena vila alemã às vésperas da 1° Guerra Mundial. Premiado com a Palma de Ouro no prestigiado Festival de Cannes em maio deste ano, o filme dividiu opiniões da platéia. Silvino Mendonça (22), recém formado em Publicidade e Propaganda e freqüentador do FIC há aproximadamente cinco anos, aprovou a escolha: “Excelente. Um filme forte, com temática complexa e instigante. Uma abertura atípica para o FIC, que geralmente escolhe produções leves e de grande apelo popular para dar início ao festival.” Já a estudante de Letras Karine Neumann (19) não ficou tão satisfeita assim: “Por mais que a proposta do filme seja interessante, achei muito longo e cansativo. Não foi uma escolha muito feliz para abrir o festival, vi pessoas saindo da sala de cinema no meio do filme.”

O FIC Brasília cria oportunidades para o público assistir a produções inéditas na capital. A maioria dos filmes posteriormente não entra em cartaz no circuito comercial nacional. “O grande lance, na verdade, é trazer filmes que estão fora do circuito comercial tradicional”, declarou a estudante de Cinema e Artes Plásticas Marisa Miranda (19). “O FIC é uma chance única de ver muitos filmes, independente da nacionalidade”, completou Silvino Mendonça. Os jovens destacam que para a escolha dos filmes que assistiram no festival valeu dar uma olhada em sinopses e fichas técnicas, procurar trailers na internet, ler críticas e comentários em sites e blogs e até mesmo aproveitar a indicação de amigos. Este ano, os filmes com maior audiência no festival, segundo organizadores do evento, foram Tokyo!, New York, I Love You e o polêmico Anticristo.

A XI edição do FIC Brasília também fez parte da programação do Ano da França no Brasil, exibindo um panorama do atual cinema francês. O filme de encerramento do festival foi o aguardado Coco Chanel & Igor Stravinsky, de Jan Kounen, que se passa na França de 1913. Outros filmes franceses como Barbe-Bleue, de Catherine Breillat, Je Veux Voir, de Joana Hadjithomas e Khalil Joreige e Nulle Part Terre Promise, de Emmanuel Finkiel também puderam ser vistos no festival deste ano.

Bilheteria da Academia de Tênis José Farani - Foto: Luana Brant

Quando se trata da organização do evento as críticas se dividem. “Acho o FIC o melhor festival de cinema de Brasília disparado. A organização é sempre impecável, dá pra ver que todos se empenham ao máximo pra fazer tudo dar certo e, conseqüentemente, sempre dá”, ressaltou a estudante de Cinema Natasha Funes (21). Já o estudante de Direito Gabriel Soares (21) acha que “os encerramentos sempre são desorganizados e mal estruturados”. Entre elogios e reclamações, o FIC Brasília continua sendo um dos maiores destaques no calendário cultural da cidade. Este ano o festival durou 12 dias e atraiu cerca de 25.000 pessoas interessadas na diversificada programação de filmes.

Mais filmes

Logo após o encerramento do FIC Brasília, foi a vez do 42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro celebrar o cinema contemporâneo. O festival, que teve 366 produções nacionais inscritas – dentre elas 52 brasilienses – aconteceu entre os dias 17 e 24 de novembro no Teatro Nacional Claudio Santoro e no Cine Brasília.

O Festival de Brasília (como é popularmente conhecido) é o mais antigo do país, além de ser considerado de suma importância para estimular a produção cinematográfica brasileira. O evento surgiu no período da ditadura militar e chegou a ser proibido entre os anos 1972 e 1974. Este ano o filme de abertura foi Lula, o filho do Brasil, de Fábio Barreto. O longa é baseado na história da vida do presidente da república, Luís Inácio Lula da Silva. Os ingressos para assistir aos filmes tiveram preço acessível: três reais a meia entrada. Ainda assim, assistir aos principais longas e curtas da Mostra Competitiva não foi tarefa fácil: era preciso chegar cedo à bilheteria para comprar um dos disputados ingressos. Conseguir um lugar para sentar era outro problema: Com mais pessoas dentro da sala do que assentos, a alternativa para alguns foi sentar no chão (e até mesmo o espaço deste último foi disputado).

Outro evento que vale a pena conferir é a 5ª Semana Venezia Cinema, que começou nesta sexta-feira (27/11) e vai até quarta-feira (2/12). A mostra acontece no Cine Brasília (EQS 106/107), onde estão sendo exibidos filmes italianos que estrearam este ano na 66ª Mostra Internacional de Arte Cinematográfica de Veneza. Entre eles estão Dieci inverti, de Valerio Mieli, Il grande sogno, de Michele Placido, e La doppia ora, de Giuseppe Capotondi. Veja mais sobre a programação no site da Secretaria de Cultura. Os filmes são exibidos às 19h30 e a entrada é franca.

Crônica

Crônica baseada na notícia “Pai sequestra filha e ambos morrem em queda de avião em Goiânia”, publicada no site do jornal Zero Hora no dia 12/03/2009. Leia a notícia aqui.

Aquele Dia

Todos os dias quando acordo ainda é cedo demais para sair da cama, então lá pelas 6h ligo a televisão e já está passando o primeiro noticiário do dia. Incrível como ainda suporto todas as notícias trágicas que acompanho do momento em que me levanto ao que vou me deitar.

Mas foi nesta quinta-feira, em especial, que me surpreendi por ter finalmente começado o dia com o pé direito, ou ainda melhor dizendo, com o canal direito, pois não ouvi uma matéria sequer na televisão envolvendo tragédias. Logo me levantei, preparei meu café da manhã, que envolvia uma deliciosa salada de frutas acompanhada por um suco de morango com leite, e sem me apressar roubei um tempinho a mais para relaxar no banho antes de começar mais um dia de trabalho.

A manhã, que ia muito bem, só tendia a melhorar. Naquele mesmo dia eu iria ao cinema com um colega de trabalho, que dependendo de mim seria mais do que apenas um colega, se é que me entendem. Aproveitei então meu horário de almoço para ir em casa escolher a roupa certa para o encontro mais tarde. Como de costume, liguei a televisão enquanto preparava o almoço e escolhia a roupa. Para minha surpresa, mais uma vez, não ouvi nenhuma matéria que pudesse tirar o sorriso que carregava no rosto, além de poder apreciar o lindo dia que fazia lá fora, incrivelmente ensolarado (levando em conta a terrível instabilidade do atual clima de Goiânia).

Então lá estava eu às 18h no shopping Flamboyant naquele que, insisto em repetir, parecia ser um dia perfeito. A sessão do filme seria apenas às 19h40, portanto ainda teria bastante tempo para conversar com meu amigo. Estacionei meu carro em uma ótima vaga perto da entrada principal do shopping e segui para o local em que combinamos de nos encontrar. Trinta minutos depois, enquanto ainda esperava por Otto (o tal amigo que pelo visto havia me dado um bolo) vi algumas pessoas correndo para fora do shopping e então resolvi segui-las.

O caos estava estabelecido. Incrivelmente, um avião de pequeno porte acabara de cair em cima do que a meu ver pareciam ser em torno de 20 carros.  Sim, lá estava a grande tragédia que as televisões guardaram para mim durante o dia inteiro. Desesperada, saí à procura do meu carro para ficar longe daquele desastre o mais rápido possível, e para minha surpresa, dessa vez nada agradável, descobri que ele encontrava-se junto aos destroços daquele acidente.

Não quis nem saber, peguei um taxi e voei para minha casa. Já como um hábito logo liguei a televisão. Infelizmente, sem conseguir desligá-la fui absorvendo todas aquelas informações sobre o tal acidente que eu acabara de presenciar. Uma tragédia, aparentemente um homem havia seqüestrado sua filha, roubado o avião e se atirado naquele estacionamento. Os dois morreram.

Eu, que estava sozinha em casa só fiquei a pensar: melhor acordar ouvindo tragédias na televisão do que presenciá-las. No final das contas perdi o carro, o filme e a noite.

Metrô do cinema

O blog francês Vodkaster publicou há algum tempo uma espécie de “mapa” listando os 250 melhores filmes de todos os tempos. As votações foram feitas pelos usuários do site IMDb, em junho deste ano. A ilustração é de David Honnorat – um dos redatores do blog. No desenho há linhas que remetem à caminhos de metrô, com sequências de paradas que compilam as melhores produções cinematográficas de gêneros diversos. Achei interessante e, apesar de não concordar com a escolha de todos os filmes, recomendo uma olhada. Clique na imagem para vê-la maior.

Fonte: vodkaster.com

Fonte: blog.vodkaster.com

“Inconstante. Depressiva. Desanimada. Chata. Irritante. Insuportável. Carente.” Assim, Liz Mendes Ferreira, uma jovem aspirante a jornalista, se descreveu durante seu primeiro depoimento. O que descobri nos próximos sete dias de observação e entrevistas, porém, foi uma personalidade além do que esses adjetivos poderiam caracterizar. Ao contrário da descrição, me deparei com uma garota sorridente, conversadeira, cheia de idéias na cabeça e com um adorável sotaque mineiro.

Nascida em Três Corações (MG), viveu nesta pequena cidade durante 12 de seus 20 anos. Quando seus pais, Maria Cláudia Mendes de Oliveira (48) e Jaime Naves Ferreira (61) se separaram, Liz se mudou com a mãe para Campo Grande (MS) e por lá ficou durante um ano. Logo depois veio Itapira (SP), onde fez suas maiores amizades. Três anos depois, porém, foi a vez de se mudar para Campinas (SP), onde passou um ano. Foi então, após toda essa trajetória, que veio parar em Brasília (DF), onde mora há três anos com a mãe e diz ter se “perdido”. “Eu sinto que não faço parte desse mundo, dessas pessoas, das mentalidades. Eu não consigo me encaixar aqui.”

“A Li é a pessoa complicada mais simples que eu conheço”, descreveu-a sua grande amiga Marina Ferreira (18), de Itapira (SP). A mesma opinião é compartilhada pela mãe da jovem: “Falar da Liz é, ao mesmo tempo, simples e complicado […] Ela tem características marcantes, como o grande envolvimento em tudo que faz; é muito sociável, mas ao mesmo tempo adora se isolar; é inteligente, bonita, guerreira, tem um grande interesse em aprender.” Sua ídola, a jornalista Gabriela Guerreiro (32), também sua ex-professora na faculdade onde cursa o segundo semestre de Jornalismo, a descreve como uma aluna muito especial e dedicada. “(A Liz) Precisa acreditar mais no seu próprio talento, sem deixar que a insegurança e os medos atrapalhem os seus sonhos”, completou a jornalista.

Liz é uma garota, aparentemente, comum para sua idade. Veste calça jeans, camiseta e tênis. Tem os cabelos curtos e usa óculos pra corrigir os 5,5 graus de miopia nos olhos. Entre uma conversa e outra, descubro que ela tem o gosto musical um tanto eclético e seus filmes preferidos começam em comédias românticas e terminam em dramas alternativos. Os livros favoritos variam da famosa coleção adolescente “Gossip Girl” até a complexa literatura de Clarice Lispector, uma de suas autoras preferidas. Conversamos rapidamente sobre sua infância, e logo percebo que não é um assunto agradável para minha perfilada. A cada dia, passo a conhecer uma Liz diferente. Da garota irritada com provas da faculdade àquela animada quando recebe mensagens no celular.

Depois de uma hora de conversa, fazemos uma pequena interrupção para que ela possa tomar seus remédios: Daforin e Plenty. Um inibidor antidepressivo e outro para diminuir a ansiedade. Pergunto o motivo para a medicação, ela apenas sorri.

Ao final da última entrevista, percebo que Liz está empolgada e feliz com alguma coisa. Logo fico sabendo que o motivo da alegria foi a sua contratação para um estágio na área de jornalismo. Aproveito para perguntar como ela se descreve em um dia feliz. A resposta, desta vez, é bem diferente de seu primeiro depoimento: “Eu fico elétrica, tagarela, com um sorriso do tamanho do mundo e achando tudo lindo. Fico até mais educada!”

Cena do filme "Eu, Você e Todos Nós"

Cena do filme "Eu, Você e Todos Nós"

Gosto muito do trabalho da escritora, cineasta, atriz, música e artista performática, Miranda July.  E foi bem assim, junto com todo o pacote, que ela me cativou. Meu primeiro contato com seu trabalho foi com o filme Eu, Você e Todos Nós (Me and You and Everyone We Know, 2005), onde July, além de roteirizar e dirigir, faz o papel de Christine Jesperson, uma solitária artista plástica em busca do amor. Esta espécie de dramédia ainda nos apresenta diversos personagens que conduzem suas vidas por trajetos surpreendentes. O longa conta com uma bela trilha sonora instrumental e ótimas atuações. Vale a pena conferir.

Aqui vai o trailer:

Depois que assisti ao filme, fiquei encantada e logo  fui procurar mais material sobre a artista. Encontrei alguns de seus curtas disponíveis na internet e comecei a acompanhar seus trabalhos em seu site oficial. Um dia, andando por uma livraria, encontrei por acaso um de seus livros, É claro que você sabe do que estou falando (No One Belongs Here More Than You, 2008). Não resisti e comprei, é claro. A obra reúne dezesseis contos curtos, em sua maioria já publicados em revistas estrangeiras. A autora extrai excentricidade de situações cotidianas e descreve a vida de personagens em busca de novos sentidos para suas vidas. Uma obra adorável. Recomendo.

Capa do livro "É claro que você sabe do que estou falando"

Capa do livro "É claro que você sabe do que estou falando"

Para os que querem conhecer melhor o trabalho da artista, é só conferir seu site. Para acessá-lo, porém, é preciso ter uma senha. July deixa a dica: “você sabe a senha, apenas limpe sua mente e olhe além, provavelmente vai ser a primeira palavra que você conseguir pensar. Se isso não funcionar, tente olhar para uma vela por alguns segundos.” Quem acertar, comente aqui. Eu os desafio!

Miranda July (Foto: RJ Shaughnessy para a revista PIG Magazine)

Miranda July (Foto: RJ Shaughnessy para a revista PIG Magazine)

Breve biografia de Miranda July:

Nascida como Miranda Jennifer Grossinger, em 15 de fevereiro de 1974, na cidade de Barre, Vermont. Conhecida pelo nome artístico Miranda July, cresceu em Berkeley, Califórnia. Depois de abandonar a faculdade no segundo ano, foi morar em Portland, Oregon, onde começou sua carreira como artista performática. Hoje reside em Los Angeles, Califórnia.

Finalmente! Depois de cinco anos, posso pular de alegria novamente por saber que minha banda favorita vai lançar um novo cd. A dupla norueguesa Kings of Convenience, formada por Erlend Øye e Eirik Glambek Bøe, confirmou no começo de junho deste ano que o terceiro álbum, Declaration of Dependence, gravado em estúdios na Itália e Noruega, já está pronto e deve ser lançado em 19 de outubro deste ano.

O primeiro single do álbum, Mrs. Cold, já está tocando nas rádios da Itália e pode ser conferido também no Youtube, em gravação feita durante um show da banda na cidade de Seul, Coreia do Sul. Outra faixa divulgada foi Boat Behind, cujo primeiro minuto já pode ser ouvido no Myspace da dupla. Além destes dois primeiros singles, o disco contará ainda com 11 canções inéditas.

O duo norueguês já havia lançado dois álbuns de músicas inéditas – Quiet Is The New Loud (2001) e Riot On An Empty Street (2004) –, além de Versus (2001), que conta com versões diferentes das músicas de seu primeiro álbum criadas em colaboração com bandas como Four Tet e Ladytron. Entre as influências musicais da banda estão João Gilberto e Delillos, famoso grupo musical norueguês.

Vale a pena conferir também o projeto paralelo de Erlend Øye, a banda The Whitest Boy Alive, que troca o folk-pop do Kings of Convenience por uma batida mais eletrônica e dançante. O resultado pode ser conferido no Myspace do grupo.

Abaixo, a capa do novo cd do Kings of Convenicence, Declaration of Dependence, e algumas fotos de divulgação da banda:

Capa do novo álbum, Declaration of Dependence

Capa do novo álbum, Declaration of Dependence

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

As faixas do novo álbum são:

01. 24-25
02. Mrs Cold
03. Me In You
04. Boat Behind
05. Rule My World
06. My Ship Isn’t Pretty
07. Renegade
08. Power Of Not Knowing
09. Peacetime Resistance
10. Freedom And Its Owner
11. Riot On An Empty Street
12. Second To Numb
13. Scars On Land